Considerações gerais sobre o cultivo da macieira

Foto: João Paulo T. Dias

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PLANTAS MEDICINAIS – ALGUMAS PLANTAS IMPORTANTES

PRODUÇÃO DE MUDAS EM CASCA DE OVO  Mais

Propagação de Dioscoreaceae

 

Foto: João Paulo T. Dias

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Efeitos de métodos de superação de dormência em sementes de pinha (Annona squamosa L.)

Resumo

A pinha é propagada por sementes e enxertia, sendo que as sementes dessa espécie apresentam substâncias inibidoras de germinação que, conjuntamente com um tegumento resistente e impermeável dificultam a germinação. Este trabalho foi conduzido na área experimental do curso de Agronomia, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com o objetivo de avaliar os efeitos de métodos químicos, físicos e mecânicos de superação de dormência em sementes de pinha. O experimento foi realizado em delineamento de blocos inteiramente casualizados, sendo os tratamentos compostos por oito métodos de superação de dormência e a testemunha. Os métodos foram: imersão das sementes em ácido giberélico (100 ppm por 24 horas e 250 ppm por 5 horas), ácido sulfúrico concentrado (5, 10 e 15 minutos), água quente (30ºC e 60ºC) por um minuto, escarificação com lixa e testemunha. As avaliações constaram de germinação (%), altura de plântula (cm), comprimento de raiz (cm), massa verde da parte aérea e da raiz (g), massa seca da parte aérea e da raiz (g). Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Verificou-se que o ácido giberélico (100 ppm por 24 horas e 250 ppm por 5 horas) proporcionou maior porcentagem de germinação e melhor desenvolvimento de plântulas.

 

Link para visualizar o artigo completo:

http://www.periodicos.ufgd.edu.br/index.php/agrarian/article/viewArticle/1285

SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE MANGABEIRA EM TUBETES

RESUMO:

A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) é uma espécie frutífera nativa do Cerrado brasileiro. A propagação sexuada desta espécie depende de um substrato adequado, pois o mesmo interfere no processo germinativo e no estabelecimento da muda. Objetivou-se estudar o efeito de diferentes substratos na produção de mudas de mangabeira em tubetes. O trabalho foi conduzido em casa-de-vegetação, em Cassilândia (MS). O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições e 15 plantas por parcela. Foram utilizados os seguintes substratos: A (areia lavada + Plantmax® + solo, na proporção de 1:1:3 v:v:v), B (casca de arroz carbonizada + Plantmax® + solo, 1:1:3), C (casca de arroz carbonizada + húmus de minhoca + solo, 1:1:3), D (esterco bovino + Plantmax® + solo, 1:1:3) e E (esterco bovino + solo, 2:3). Avaliou-se a percentagem de emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência, percentagem de mortalidade, altura da muda, diâmetro do colo, comprimento do sistema radicular, número de folhas, índice de clorofila foliar e massa seca da parte aérea, do sistema radicular e total. De acordo com os resultados obtidos, os substratos C, D e E podem ser utilizados para a produção de mudas de mangabeira em tubetes.
Link para o artigo completo:
http://www.scielo.br/pdf/pat/v41n2/a18.pdf

Horta Orgânica

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