PLANTAS MEDICINAIS – ALGUMAS PLANTAS IMPORTANTES

PRODUÇÃO DE MUDAS EM CASCA DE OVO 

 

  1. 1.      ALECRIM (Rosmarinus officinalis L.)

Indicações: estimulante digestivo e para falta de apetite (inapetência), contra azia, para problemas respiratórios e debilidade cardíaca (cardiotônico), contra cansaço físico e mental, combate hemorróidas, antiespasmódico (uso interno) e cicatrizante (uso externo). Parte usada: folhas.

Preparo e dosagem:

– xarope – para 1/2 litro de xarope adicionar o suco de 4 xíc. de cafezinho de folhas frescas, tomar 1 colher de sopa a cada 3 horas (para problemas respiratórios).

– infusão – 1 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de água, tomar xíc. de chá a cada 6 horas.

– tintura – 10 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de álcool de cereais ou aguardente, tomar 1 colher de chá 3 vezes ao dia em um pouco d’água (para a maioria das indicações, inclusive hemorróidas).

– pó – as folhas secas reduzidas a pó têm bom efeito cicatrizante. Outros usos: Usam-se ramos em armários para afugentar insetos. Toxicologia: em altas d oses pode ser tóxico e abortivo.

Alecrim

Alecrim

  1. 2.      ALECRIM-PIMENTA (Lippia sidoides)

Indicações: para impingens, acne, pano-branco, aftas, escabiose, caspa, maus odores dos pés, axilas, sarna-infecciosa, pé-de-atleta, para inflamações da boca e garganta, como antiespasmó dico e estomáquico. Seus constituíntes químicos lhe conferem forte ação antisséptica contra fungos e bactérias. Parte usada: folhas secas ou frescas.

Preparo e dosagem:

– infusão – 1 colher de chá de folhas picadas para cada xíc. de água, tomar 2 a 3 xíc. Por dia.

Preparo e dosagem:

– tintura – 200 a 300 g de folhas frescas com 1/2 l de álcool e 250 ml de água.Usar como loção emlavagens e compressas. Para gargarejos e bochechos usar a tintura diluída em duas partes de água.

Alecrim Pimenta

Alecrim Pimenta

  1. 3.      ALHO (Allium sativum L.)

Indicações: contra hipertensão, picadas de inseto, diurético, expectorante, antigripal, febrífugo, desinfetante, antinflamatório, antibiótico, antisséptico, vermífugo (lombriga, solitária e ameba), para arterioesclerose e contra ácido úrico. Parte usada: dentes (bulbilhos).

Preparo e dosagem:

– maceração – esmagar um ou dois dentes de alho dentro de um copo com água. Tomar um copo três vezes ao dia (para gripe, resfriado, tosse e rouquidão).

– tintura – moer uma xíc. (cafezinho) de alho dentro de um recipiente contendo 5 xíc. De álcool 92º GL, deixar em maceração por 10 dias, coar. Tomar 10 gotas em meio copo de água três vezes ao dia, para problemas do aparelho respiratório (gripes, etc.). Para hipertensão utilizar uma colher de chá da tintura em meio copo de água três vezes ao dia ou comer dois dentes de alho pela manhã.

– vermífugo – comer três dentes de alho pela manhã em jejum durante sete dias.

– dores de ouvido – amassar um dente de alho em uma colher de sobremesa de azeite morno. Pingar três gotas no ouvido e tampar com algodão.

– arteriosclerose – comer na alimentação 3 dentes de alho cru picado, 3 vezes por semana, durante 3 meses.

Toxicologia: contra indicado para pessoas com problemas estomacais e de úlceras, incoveniente para recém-nascidos e mães em amamentação, e ainda em pessoas com dermatites. Em doses muito elevada, pode provocar dor de cabeça, de estômago, dos rins e até tonturas.

Alho

Alho

  1. 4.      ARTEMÍSIA (Chrysanthemum parthenium Bern.)

Indicações: antileucorréico, emenagogo, antiespasmódico, febrifugo, para dores de cabeça, enxaquecas, artrites, diarréia, pertubações gástricas e insônia. Parte usada: folhas e flores.

Preparo e dosagem:

– infusão – 2 a 3 folhas e 3 a 4 flores em 1 xíc. de chá com água, tomar 1 xíc. por dia. Outros usos: planta ornamental, repelente de insetos.

Toxicologia: Não deve ser utilizado durante a gravidez, pois exerce forte ação sobre o útero, podendo causar aborto.

Artemísia

Artemísia

  1. 5.      BABOSA (Aloe sp.)

Indicações: o suco das folhas é emoliente e resolutivo, quando usadas topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda de cabelo, etc. A polpa é antioftálmica, vulnerária e vermífuga (uso interno). A folha despida de cutícula é um supositório calmamente nas retites hemorroidais. É ainda utilizada externamente nas entorses, contusões e dores reumáticas. Parte usada: folhas, polpa e seiva.

Preparo e dosagem:

– suco – uso interno do suco fresco, como anti-helmíntico.

– cataplasma – aplicar sobre queimaduras 3 vezes ao dia.

– supositório – em retites hemorroidais.

– resina – é a mucilagem após a secagem. Prepara-se deixando as folhas penduradas com a base cortada para baixo por 1 ou 2 dias, esse sumo é seco ao fogo ou ao sol, quando bem seco, pode ser transformado em pó dissolvido em água com açúcar, como laxante.

– tintura – usam-se 50 g de folhas descascadas, trituradas com 250 ml de álcool e 250 ml de água, a tintura é coada em seguida. Deve ser utilizada sob a forma de compressas e massagens nas contusões, entorces e dores reumáticas.

Toxicologia: não deve ser ingerida por mulheres durante a menstruação ou gravidez. Também deve ser evitada nos estados hemorroidários. Não usar internamente em crianças.

Babosa

Babosa

  1. 6.      BOLDO (Vernonia condensata Beker)

Indicações: aperiente, colagogo, colerético, desintoxicante do fígado, diurético e antidiarrético. Usado popularmente para a ressaca alcoólica. Parte usada: folhas.

Preparo e dosagem:

– infusão – 5 folhas por litro d’água, tomar pela manhã (para o fígado) ou após as refeições (contra diarréia).

– tintura – (aperiente) colocar 1 colher de folhas picadas para 1 xíc. de álcool neutro 70º GL, deixar macerar por 3 dias, tomar 1 colher dissolvida em água antes das refeições.

– maceração – 5 folhas em um copo d’água, tomar 2 a 3 vezes ao dia (ressaca alcoólica), recomendasse tomar antes e após ingestão de bebidas alcoólicas.

Toxicologia: outras espécies do gênero Vernonia não apresentam nenhum efeito tóxico, exceto um glicosídeo cardiotônico encontrado nas raízes de uma das espécies na África. Não se aconselha o uso prolongado da planta.

Boldo

Boldo

  1. 7.      CALÊNDULA (Calendula officinalis)

Indicações: cicatrizante e antisséptico (uso externo). Sudorífico, analgésico, colagogo, antinflamatório, antiviral, antiemético, vasodilatador e tonificante da pele (contra acne).  Parte usada: flores e folhas.

Preparo e dosagem:

– pomada e tintura (uso externo) – feitos com folhas e flores, usar sobre as partes afetadas 3 a 4 vezes por dia. A tintura, diluída com água destilada ou fervida, pode ser aplicada diretamente em ferimentos diversos, exercendo excelente ação cicatrizante, utiliza-se 1 a 2 partes de água para 1 de tintura.

– infusão – 2 colheres de sopa de flores em 1/2 l d’água (emanagogo) ou 2 colheres de sopa de flores em 1 xíc. de chá de água (contra acne). No primeiro caso toma-se 1 xíc. de chá antes de cada refeição principal, começando 8 dias antes da menstruação e no segundo caso toma-se1/2 xíc. de chá de manhã e ½ xíc. à noite.

– cataplasma – folhas e flores tenras, socadas e empastadas, são aplicadas sobre ferimentos, sobre um p ano limpo.

Calêndula
Calêndula

Calêndula

  1. 8.      CAPIM-SANTO (Cymbopogon citratus)

Indicações: bactericida, antiespasmódico, calmante, analgésico suave, carminativo, estomáquico, diurético, sudorífico, hipotensor, anti-reumático. Mais utilizado em diarréias, dores estomacais e problemas renais. Parte usada: folhas

Preparo e dosagem:

– infusão – 4 xíc. de cafezinho de folhas picadas em 1 litro d’água, tomar 1 xíc. 2 a 3 vezes aos dias.

Toxicologia: pode ser abortivo em doses concentradas.

Capim-santo

Capim-santo

  1. 9.      CONFREI (Symphitum sp. L.)

Indicações: hemostático, antinflamatório, cicatrizante. Utilizando para favorecer o crescimento de tecidos novos em ulcerações, feridas e cortes, fraturas e afecções ósseas (onde age como indutor da produção calcárea). Parte usada: rizoma, raízes e folhas.

Preparo e dosagem:

– cataplasma e banhos locais – várias vezes ao dia.

– emplasto – esmagar folhas em água morna e colocar diretamente sobre ferimentos (cicatrizantes), lavar e repetir 2 vezes ao dia. No caso de contusões e inchaços colocar o emplasto dentro de um pano antes de aplicar.

– tintura – 1 parte de sumo das folhas em 5 partes de álcool, preparar pomadas e ungüentos.

Outros usos: foi muito utilizada como forrageira, pelo alto teor de proteína e excelente produção de massa verde.

Existem referências que tratam da presença de alcalóides cancerígenos no confrei, principalmente em folhas jovens. O uso externo sobre feridas pode promover rápida cicatrização externa, sendo que o processo inflamatório pode continuar internamente. A absorção dérmica, das substâncias tóxicas, parece não ser significativa.

Confrei

Confrei

  1. 10.  ERVA-CIDREIRA-DE-ARBUSTO (Lippia alba (Mill) N. E. Brown)

Indicações: antiespasmódico, estomáquico, carminativo, calmante, digestivo e combate a insônia e asma. Parte usada: folhas.

Preparo e dosagem:

– infusão – 1 colher de sopa de folhas frescas para cada ½ litro d’água, tomar 4 a 6 xíc. de chá ao dia.

Outros usos: planta melífera.

Toxicologia: popularmente não se recomenda o uso por hipotensos (pressão baixa).

Cultivo de plantas medicinais

Cultivo de plantas medicinais

  1. 11.  ERVA-DE-SANTA-MARIA (Chenopodium ambrosioides L.)

Indicações: estomáquico, diurético, vermífugo, sudorífico, para angina e infecções pulmonares. Cicatrizante e para contusões (uso externo). Parte usada: folhas e flores.

Preparo e dosagem:

– infusão – 1 xíc. de cafezinho de planta fresca com sementes em 1/2 litro d’água, tomar 1 xíc. de chá de 6 em 6 horas (vermífugo, estomáquico).

– sumo – 2 a 4 colheres de sopa do sumo das folhas para 1 xíc. de chá de leite, uma vez  ao dia, ascrianças maiores de 2 anos, devem tomar a metade da dose (peitoral).

– sumo – 1 copo da planta picada com sementes para 2 copos de leite, bater no liquidificador, tomar1 copo de suco 1 vez ao dia por 3 dias seguidos (vermífugo).

– cataplasma – colocar 1 xíc. de cafezinho de vinagre, 1 colher de sopa de sal, amassar a planta na mistura até obter uma papa, colocar sobre o local afetado e enfaixar (contusões).

– geléia – pegar 4 bananas nanicas maduras com casca , picar 1 copo de folhas de erva-de-santamaria com sementes, meio copo de hortelã, 1 copo e meio de açúcar. Triturar bem as plantas em um pilão pode-se adicionar um pouco de água, em seguida juntar a banana e o açúcar, amassar bem. Levar ao fogo até dar o ponto de geléia, o que ocorre em poucos minutos. Dar 1 colher de chá duas vezes por dia, pura ou passar na bolacha, pão, etc. (vermífugo).

Outros usos: elimina e repele pulgas e percevejos – colocar os ramos debaixo dos colchões e varrer a casa utilizando-os como vassoura.

Toxicologia: deve ser administrada com cautela. É contra indicado para gestantes e para crianças menores de 2 anos de idade. Usar sob orientação de profissional da área.

Erva de santa maria

Erva de santa maria

  1. 12.  FALSO BOLDO (Coleus barbatus)

Indicações: tônico, digestivo, hipossecretor gástrico (para azia e dispepsia), carminativo, para afecções do fígado e para ressaca alcoólica. Parte usada: folhas frescas.

Preparo e dosagem:

– sumo – amassar duas folhas em 1 copo e completar com água, tomar 2 a 3 vezes ao dia.

– tintura – 20 g de planta fresca em 100 ml de álcool, tomar 20 a 40 gotas no momento do incômodo, ou até 3 vezes ao dia.

Toxicologia: em doses elevadas pode causar irritação gástrica.

O falso-boldo só recebe este nome para diferenciar de outro boldo (Vernonia condensata), citado nesta apostila, também é conhecido por sete-dores ou simplesmente boldo.

Falso Boldo

Falso Boldo

  1. 13.  FOLHA-DA-FORTUNA (Bryophylum pinnatum Kurtz)

Indicações: emoliente (para furúnculos), cicatrizantes (queimaduras) e antinflamatório local (uso externo). Refrescante intestinal, para coqueluche e demais infecções das vias respiratórias, usada também para úlceras e gastrites (uso interno). Parte usada: folhas.

Preparo e dosagem:

– cataplasma – aquecer a folha e colocar sobre o local afetado (furúnculos), em queimaduras ou outros ferimentos fazer uma pasta com a folha e colocar sobre a região machucada (cicatrizante).

– suco – bater no liquidificador 1 folha com 1 xíc. de água, tomar 2 vezes ao dia, entre as refeições (úlceras e gastrites).

Obs: Só se deve recorrer exclusivamente ao tratamento com plantas, nas queimaduras de 1º grau ou outras de pequena extensão.

Folha da fortuna

Folha da fortuna

  1. 14.  FUNCHO (Foeniculum vulgare Mill).

Indicações: carminativo, galactagogo, digestivo, diurético, tônico geral e antiespasmódico (cólicas de crianças). Parte usada: folhas, frutos e raízes.

Preparo e dosagem:

– infusão – 1 xíc. de cafezinho de frutos secos em ½ l d’água. Para gases (carminativo) tomar 1 xíc. De chá a cada 6 horas. Para estimular a secreção de leite materno (galactogogo) ingerir 1 xíc. de chá a cada 4 horas. Como digestivo começar a tomar 2 horas antes das refeições 1 xíc. de chá a cada meia hora.

– vinho medicinal – (tônico) macerar por dez dias, 30 g de sementes em 1 litro de vinho, coar, tomar 1 cálice antes de dormir.

– decocção – ferver por 5 min. 1 colher de sementes em 100 ml d’água, dar à criança no intervalo das mamadas (cólicas).

Outros usos: o óleo essencial é utilizado na fabricação de licores e perfumes. As sementes são utilizadas na confeitaria como aromatizante de pães, bolos e biscoitos.

Toxicologia: O uso de mais de 20 g/l dessa erva pode ser convulsivante.

Funcho

Funcho

  1. 15.  GENGIBRE (Zingiber officinalis)

Indicações: estimulante gastrintestinal, aperiente, combate os gases intestinais (carminativo), vômitos, rouquidão; tônico e expectorante. Externamente é revulsivo, utilizado em traumatismos e reumatismos. Parte usada: rizoma (“raiz”).

Preparo e dosagem:

– pulverizar o rizoma e ingerir contra vômitos.

– decocção – preparar com 1 colher (chá) de raiz triturada em 1 xíc. de chá de água, tomar 4 xíc. De chá ao dia.

– cataplasmas – preparar com gengibre bem moído ou ralado e amassado num pano, e deixar no local (para reumatismos e traumatismos na coluna vertebral e articulações).

– rizoma fresco – mascar um pedaço (rouquidão).

– tintura – 100 g do rizoma moído em 0,5 l de álcool, fazer fricções para reumatismos.

– xarope – pode ser ralado e adicionado a xaropes, juntamente com outras plantas.

Toxicologia: o uso externo deve ser acompanhado, para evitar possíveis queimaduras.

Gengibre

Gengibre

  1. 16.  GOIABEIRA-VERMELHA (Psidium guajava)

Indicações: antisséptico bucal e intestinal, inibe microorganismos como Salmonella, Serrata e Staphylococcus. Para diarréias (principalmente de origem bacteriana) e inflamações da boca e garganta. Parte usada: folhas novas, brotos ou “olhos”(até a 6ª folha tenra, a partir do ápice). Folhas velhas não têm atividade antisséptica.

Preparo e dosagem:

– infusão – são utilizados 4 brotos para uma xícara de água fervente, tomar 1 xíc. a cada 2 a 4 horas, ou de hora em hora nos casos mais severos (para diarréias). Este chá pode ser utilizado para preparar o soro caseiro, basta adicionar sal e açúcar nas quantidades recomendadas, que deve ser fornecido para crianças com diarréia (antidiarréico e reidratante). Em gargarejos e bochechos, a infusão atua nas inflamações da boca e garganta.

Goiabeira

Goiabeira

  1. 17.  GUACO (Mikania glomerata Spreng.)

Indicações: tem efeito broncodilatador, comprovado. É um antisséptico das vias respiratórias, expectorante, antiasmático, febrífugo, sudorífico, anti-reumático e cicatrizante. Parte usada: folhas ou planta florida.

Preparo e dosagem:

– infusão – 2 xíc. de cafezinho de folhas frescas em ½ l d’água 1 xíc. de chá 4 vezes ao dia (reumatismo e problemas das vias respiratórias).

– xarope – fazer a decocção com 15-20 folhas de guaco em 100 ml de água, adicionar folhas de poejo ou assa-peixe e gengibre ralado (1 colher de chá), cobrir e deixar esfriar, juntar 150 a 200 g de açúcar ou rapadura e dissolver. Tomar 1 a 2 colheres de sopa 2 a 3 vezes ao dia, para crianças fornecer a metade da dose (crises de tosse).

Outros usos: é utilizada contra picada de cobras e insetos.

Toxicologia: pode causar vômitos e diarréia quando usado em excesso.

Guaco

Guaco

  1. 18.  HORTELÃ-COMUM (Mentha X villosa)

Indicações: digestivo, estimulante e tônico geral, carminativo, antiespasmódico, estomáquico, expectorante, antisséptico, colerético e colagogo, vermífugo (giardia/ameba e lombrigas). Parte usada: folhas frescas ou secas.

Preparo e dosagem:

– bala – tomar 800 g de açúcar, ¼ litros de água filtrada e o sumo da hortelã. Coloque a água e o açúcar para ferver até atingir o ponto de bala. Adicione o sumo e a bala está pronta (vermífugo e expectornte).

– infusão – 5 ou 10 g de folhas picadas, secas ou frescas respectivamente, em 1 l d’água, tomar 1 xí c. de chá 3 vezes ao dia (uso interno, exceto como vermífugo).

– folhas frescas – ingerir 10 a 16 folhas por dia, em 3 doses junto às refeições, por 5 a 10 dias (vermífugo).

– pó – triturar folhas secas e peneirar, misturar uma colher de café do pó com mel, e tomar 3 vezes ao dia, por 7 dias. Para crianças utiliza-se a metade da dose (vermífugo).

– vermífugo com alho – amassar 3 a 4 folhas frescas com um dente de alho, colocar numa xícara, acrescentar água fervente, tampar e deixar esfriar, coar e servir a uma criança 1 vez por dia, 1/2 hora antes do café da manhã, durante 5 dias.

Toxicologia: pode causar insônia, se tomado antes de dormir, ou em uso prolongado.

Hortelã

Hortelã

  1. 19.  MACAÉ (Leonurus sibiricus)

Indicações: estomáquico, febrífugo, anti-reumático, eupépico, contra vômitos e gastrinterite. As flores são usadas para bronquite e coqueluche. Parte usada: folhas e flores.

Preparo e dosagem:

– infusão – 20 g de folhas ou flores secas em ½ litro d’água, tomar 3 vezes ao dia.

– uso externo – friccionar as folhas sobre as partes afetadas (anti-reumático).

– xarope – colocar um punhado das folhas e flores picadas em 1 xíc. de cafezinho de água fervente, abafar, coar, adicionar 2 xíc. (café) de açúcar, homogeneizar. Para adultos fornecer uma colher (sopa), 3 vezes por dia, crianças devem tomar uma colher de chá 3 vezes ao dia.

– tintura – misturar duas xíc. (café) de álcool de cereais e 1 xíc. (café) de água com um punhado da erva picada, deixar em maceração por 7 dias, agitar sempre, coar, armazenar em vidro escuro. Tomar 1 colher (chá) diluída em água. Pode ser aplicada em articulações inflamadas.

Outros usos: insetífugo

Macaé

Macaé

  1. 20.  MARACUJÁ (Passiflora edulis)

Indicações: é utillizada contra inquietações nervosa, irritação frequente e contra insônia. Parte usada: folhas.

Preparo e dosagem:

– infusão – na dose de 4 a 6 xíc. de chá, toma-se 1 a 2 xícaras à noite.

 

Maracujá

Maracujá

  1. 21.  MESTRATO (Ageratum conyzoides L.)

Indicações: anti-reumática (uso externo), antidiarrético, febrífuga, antinflamatória, carminativa, emanagogo, tônica, útil contra resfriados e para cólicas menstruais. Parte usada: toda a planta.

Preparo e dosagem:

– infusão – (cólicas menstruais) 1 xíc. de cafezinho da planta seca picada em 1/2 l de água, tomar 1 xíc. de chá de 4 em 4 horas.

– tintura – 1 xíc. de cafezinho da planta fresca para 5 xíc. de álcool, tomar 10 gotas em água 2 vezes ao dia (cólicas) ou aplicar em massagens locais (reumatismo/artrose).

– pó – colocar 1 colher das de café do pó em água ou suco de frutas para cada dose a ser tomada, tomar 3 a 4 vezes ao dia (artrose).

– decocção (uso externo) – cozinhar a planta inteira e despejar o chá morno numa vasilha, colocar os pés ou mãos dentro durante 20 minutos, 2 vezes ao dia. Ou usá-lo sob a forma de compressas, 2 vezes ao dia (reumatismo e artrose).

Outros usos: apresenta atividade contra insetos hemípteros (precocenos).

Toxicologia: sem efeitos tóxicos nos estudos realizados.

Mestrato

Mestrato

  1. 22.  MIL-FOLHAS (Achilea millefolium L.)

Indicacões: antiespasmódico, estomáquico e expectorante. Contra distúrbio digestivos (dispepsia) e úlceras internas, varises, cólicas menstruais, amenorréia, celulite e hemorróidas. Cicatrizante, antinflamatório e anti-reumático (uso externo). Parte usada: folhas e inflorescências.

Preparo e dosagem

– infusão – 1 a 2 colheres de sopa da planta seca em 1 xíc. de água, tomar 1 a 2 xíc., de chá ao dia (uso interno).

– decocção – uso externo para lavar feridas, ulcerações e hemorróidas, sob a forma de compressas.

– sumo – preparado com a planta fresca previamente lavada, colocado sobre ferimentos e

ulcerações.

Toxicologia: existem referências que tratam de sua possível ação tóxica nos animais domésticos.

Mil folhas

Mil folhas

  1. 23.  PATA -DE-VACA (Bauhinia fortificata Link.)

Indicações: hipogliceminante (antidiabético), purgativo e diurético. Para problemas do aparelho urinário. Parte usada:folhas, flores e raízese/ou cascas do tronco.

Preparo e dosagem:

– infusão – 2 xíc. de cafezinho da folha picada em 1/2 l de água ou 1 folha picada por xíc. de chá, tomar 4 a 6 xíc. de chá ao dia (diabetes*).

– infusão – flores (purgativo).

– pó-feito com cascas e folhas secas. Usar na forma de decocção, com uma colher se sopa em 150 ml de água (1 xíc.). Tomar 1/2 a 1 xíc. de chá ao dia.

Toxicologia: sem referências.

* Não interromper a dieta específica para diabetes.

 

Pata de vaca

Pata de vaca

  1. 24.  POEJO (Mentha pulleglum)

Indicações: carminativo, digestivo, vermífugo,expectorante, antisséptico, antiespasmódico, emenagogo e para hidropsia. Parte usada: toda a planta.

Preparo e dosagem:

– infusão – 20 g de planta fresca em 1 l de água, ou 4 a 5 g por xíc. de chá, ou, ainda, 1 a 2 g da planta seca por xíc. de chá, tomar 1 a 2 xíc. por dia. O infuso se tomado 10 min. antes das refeições, juntamente com o suco de ½ limão, estimula as funções gástricas.

Outros usos: serve para afugentas pulgas e mosquitos.

Toxicologia: a pulegona é citada por possuir efeito tóxico em altas doses. Devido à presença do borneol, não se recomenda o uso de planta por grávidas, especialmente nos 3 primeiros meses.

Poejo

Poejo

  1. 25.  QUEBRA-PEDRA (Phyllanthus niruri L.)

Indicações: diurética, fortificante do estômago, aperiente, para cistite, anti-infeccioso das vias urinárias, para hipertensão arterial(diurético). A ação analgésica e relaxante muscular de seus alcalóides, ajuda na expulsão dos cálculos renais, por atuar no relaxamento dos uréteres. Parte usada: toda a planta.

Preparo e dosagem:

– infusão – 1 xícara de cafezinho da planta fresca picada em 1/2 l d’água, tomar 1 xíc. de chá 6 vezes ao dia (uso geral).

– decocção – 2 plantas inteiras em 1/2 litro d’água, tomar várias vezes ao dia, suspender por duas semanas o uso, do decocto após 10 dias de uso contínuo (relaxamento dos uréteres).

Toxicologia: abortiva e purgativa em dosagens acima das normais.

Quebra pedra

Quebra pedra

  1. 26.  TANCHAGEM (Plantago sp.)

Indicações: expectorante, antidiarréico (folha), cicatrizante, adistrigente, emoliente e depurativo. Usada no tratamento da inflamações bucofaringeanas, dérmicas, gastrintestinais e das vias urinárias. Assementes são laxativas. Parte usada: toda a planta.

Preparo e dosagem:

– infusão – 1 xíc. de cafezinho de folhas frescas picadas em 1/2 l d’água, tomar 1 xíc. de chá a cada 6 horas para infecções bucofaringeanas e 1 xíc. a cada 8 horas para problemas gastrintestinais.

– gargarejo – acrescentar à infusão 1 colher de sopa de sal comum, gargarejar 3 vezes ao dia.

– infusão – utilizar 1 colher (sopa) de sementes em 1 copo de água fervente. Deixar uma noite em maceração. No dias seguinte, em jejum, tomar o copo (laxante suave).

– cataplasma – colocar as folhas frescas amassadas sobre feridas, para favorecer a cicatrização.

Toxicologia: sem referências bibliográficas.

 

Tanchagem

Tanchagem

A)    PREPARO E USO DE FITOTERÁPICOS – FORMAS DE PREPARO E USO

 

Plantas medicinais

Plantas medicinais

A.1) BANHO: Faz-se uma infusão ou decocção (veja a seguir) mais concentrada que deve ser coada e misturada na água do banho. Outra maneira indicada é colocar as ervas em um saco de pano firme e deixar boiando na água do banho. Os banhos podem ser parciais ou de corpo inteiro, e são normalmente indicados 1 vez por dia.

A.2) CATAPLASMA: São obtidas por diversas formas:

a) amassar as erva frescas e bem limpas, aplicar diretamente sobre a parte afetada ou envolvidas em um pano fino ou gase;

b) as ervas secas podem ser reduzidas a pó, misturadas em água, chás ou outras preparações e aplicadas envoltas em pano fino sobre as partes afetadas;

c) pode-se ainda utilizar farinha de mandioca ou fubá de milho e água, geralmente quente, com a planta fresca ou seca triturada.

 

Plantas medicinais

Plantas medicinais

A.3) COMPRESSA: É uma preparação de uso local (tópico) que atua pela penetração dos princípios ativos através da pele. Utilizam-se panos, chumaços de algodão ou gaze embebidos em um infuso concentrado, decocto, sumo ou tintura da planta dissolvida em água. A compressa pode ser quente ou fria.

Outra forma é molhar a ponta de uma toalha e colocar no local afetado, cobrindo com a outra ponta da toalha seca, para conservar o calor.

 

A.4) DECOCÇÃO: Preparação normalmente utilizada para ervas não aromáticas (que contém princípios estáveis ao calor) e para as drogas vegetais constituídas por sementes, raízes, cascas e outras partes de maior resistência à ação da água quente. Numa decocção, coloca-se a parte da planta na quantidade prescrita de água fervente. Cobre-se e deixa-se ferver em fogo baixo por 10 a 20 minutos. A seguir deve-se coar e espremer a erva com um pedaço de pano de ou coador. O decocto deve ser utilizado no mesmo dia de seu preparo.

 

A.5) GARGAREJO: Usado para combater afecções da garganta, amigdalites e mau hálito. Faz-se uma infusão concentrada e gargareja quantas vezes for necessário. Ex.: Sálvia (máu hálito), tanchagem, malva e romã (amigdalites e afecções na boca).

 

Plantas medicinais

Plantas medicinais

A.6) INALAÇÃO: Esta preparação utiliza a combinação do vapor de água quente com aroma das substâncias voláteis das plantas aromáticas, é normalmente recomendada para problemas do aparelho respiratório. Colocar a erva a ser usada numa vasilha com água fervente, na proporção de uma colher de sopa da erva fresca ou seca em ½ litro d’água, aspirar lentamente (contar até 3 durante a inspiração e até 3 quando expelir o ar), prosseguir assim ritmicamente por 15 minutos. O recipiente pode ser mantido no fogo para haver contínua produção de vapor. Usa-se um funil de cartolina (ou outro papel duro); ou ainda uma toalha sobre os ombros, a cabeça e a vasilha, para facilitar a inalação do vapor. No caso de crianças deve-se ter muito cuidado, pois há riscos de queimaduras, pela água quente e pelo vapor, por isso é recomendado o uso de equipamentos elétricos especiais para este fim.

 plantas medicinais3

A.7) INFUSÃO: Preparação utilizada para todas as partes de plantas medicinais ricas em componentes voláteis, aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada de água e do calor. Normalmente, trata-se de partes das plantas tais como flores botões e folhas. As infusões são obtidas fervendo-se a água necessária, que é derramada sobre a erva já separada, colocada noutro recipiente. Após a mistura, o recipiente permanece tampado por um tempo variável entre 5 e 10 minutos. Deve-se coar o infuso, logo após o término do repouso. Também o infuso deve ser ingerido no mesmo dia da preparação.

 

A.8) MACERAÇÃO: Preparação (realizada a frio) que consiste em colocar a parte da planta medicinal dentro de um recipiente contendo álcool, óleo, água ou outro líquido. Folhas, flores e outras partes tenras ficam macerando por 18 a 24 horas. Plantas onde há possibilidade de fermentações não devem ser preparadas desta forma. O recipiente permanece em lugar fresco, protegido da luz solar direta, podendo ser agitado periodicamente. Findo o tempo previsto, filtra-se o líquido e pode-se acrescentar uma quantidade de diluente (água por exemplo), se achar necessário para obter um volume final desejado.

 

Plantas medicinais

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A.9) ÓLEOS: São feitos na impossibilidade de fazer pomadas ou compressas. As ervas secas ou frescas são colocadas em um frasco transparente com óleo de oliva, girassol ou milho, depois manter o frasco fechado diretamente sob o sol por 2 a 3 semanas. Filtrar ao final e separar uma possível camada de água que se formar. Conservar em vidros que o protejam da luz.

 

A.10) PÓS: A planta é seca o suficiente para permitir sua trituração com as mãos, peneirar e frasco bem fechado. As cascas e raízes devem ser moídas até se transformarem em pó. Internamente pode ser misturado ao leite ou mel e externamente, é espalhado diretamente sobre o local ferido ou misturado em óleo, vaselina ou água antes de aplicar.

 

A.11) SUCO OU SUMO: Obtém-se o suco espremendo-se o fruto e o sumo ao triturar uma planta medicinal fresca num pilão ou em liquidificadores e centrífugas. O pilão é mais usado para as partes pouco suculentas. Quando a planta possuir pequena quantidade de líquido, deve-se acrescentar um pouco de água e triturar novamente após uma hora de repouso, recolher então o líquido liberado. Como as anteriores, esta preparação também deve ser feita no momento do uso.

 

Plantas medicinais

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A.12) TINTURA: Maneira mais simples de conservar por longo período os princípios ativos de muitas plantas medicinais. Deixa-se macerar 250 g da planta fresca picada em 500 ml de álcool a 80 ou 90% por um período variável entre 8 e 10 dias em local protegido da luz solar, a seguir espremer e filtrar o composto obtido. No caso de ervas secas, utiliza-se 250 a 300 g de ervas para um litro de álcool a 70% (7 partes de álcool e 3 de água). Quando possível utilize o álcool de cereais. Conserve sempre ao abrigo da luz em frasco tampado. Usa-se na forma de gotas dissolvidas em água para uso interno, ou em pomadas, unguentos e fricções em uso externo. Os príncipios ativos presentes nas tinturas alcançam rapidamente a circulação sanguínea.

A.13) UNGÜENTO E POMADA: A pomada pode ser preparada com o sumo da erva ou chá mais concentrado misturado com a banha animal, gordura de coco ou vaselina na forma líquida. Pode-se ainda aquecer as ervas na gordura depois coar e guardar em frascos tampados e, ainda, pode ser adicionada a tintura à vaselina. Pode-se adicionar um pouco de cera de abelha nas preparações a quente da pomada. As pomadas permanecem mais tempo sobre a pele, devem ficar usadas a frio e renovadas 2 a 3 vezes ao dia.

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A.14) VINHO MEDICINAL: Usar vinho branco, tinto ou licoroso com graduação alcoólica de aproximadamente 11 GL. Usar 5g de ou mais ervas (ou a dosagem indicada) para cada 100 ml de vinho. Macerar bem, tampar e deixar em local escuro, ao abrigo da luz por um período de 10 a 15 dias. Filtra-se o preparado. Toma-se uma colher antes ou depois das refeições, ou conforme indicações, segundo os efeitos desejados.

A.15) XAROPE: Os xaropes são utilizados normalmente nos casos de tosses, dores de garganta e bronquite. Na sua preparação, faz-se inicialmente uma calda com açúcar cristal rapadura, na proporção de 1.5 a 2 partes para cada 1 parte de água, em voluma, por exemplo, 1.5 a 2 xícara de açúcar ou repadura ralada. A mistura é levada ao fogo e, em poucos minutos há completa dissolução e a calda estará pronta, com maior ou menor

consistência, conforme desejado, então são adicionadas as plantas preferencialmente frescas e picadas, coloca-se em fogo baixo e mexe -se por 3 a 5 minutos, findos os quais o xarope é coado e guardado em frasco de vidro. Se for desejada a adição de mel ou em substituição ao açúcar, não se deve aquecer, neste caso adiciona-se apenas o suco da planta ou a decocção ou infusão frios. O xarope pode ser preparado com tinturas, neste caso adiciona-se 1 parte de tintura para 3 partes da mesma calda com açúcar ou rapadura. As decocções podem ainda servir de base para o xarope, neste caso adiciona-se o açúcar diretamente nas mesmas, podendo submeter a leve aquecimento para facilitar a dissolução do açúcar. A quantidade de plantas a ser adicionada em cada xarope é variável segundo a espécie vegetal. O xarope pode ser guardado por até 15 dias na geladeira, mas se forem observados sinais de fermentação, ele deve ser descartado, no caso dos xaropes preparados com tinturas, o período de conservação tende a ser maior. O uso de gotas de tintura de própolis no xarope serve como conservante, além de auxílio terapêutico. Obviamente, os xaropes, devido à grande quantidade de açúcar, não devem ser usados por diabéticos. De um modo em geral, o horário em que se toma os preparados fitoterápicos é muito importante para a cura ou efeitos desejados. Assim tem-se as seguintes regras gerais:

. desjejum ou café da manhã – toma -se os laxativos, depurativos, diuréticos e vermífugos (meia hora antes);

. duas horas antes e depois das refeições principais – toma-se as preparações antireumáticas, hepatoprotetoras, neurotônicas, contra a febre e tosse;

. meia hora antes das refeições principais – preparações tônicas e antiácidas;

. depois das refeições principais – todas as preparações digestivas e contra gases;

. antes de deitar – todosa os preparados protetores do fígado e laxativos.

As dosagens dos remédios caseiros são variáveis de acordo com a idade, na ausência de recomendações específicas para os chás, utilize as indicadas a seguir:

1. Menor de 1 ano de idade: 1 colher de café do preparado 3 vezes ao dia

2. De 1 a 2 anos: 1/2 xíc. de chá 2 vezes ao dia

3. De 2 a 5 anos: 1/2 xíc. de chá 3 vezes ao dia

4. De 5 a 10 anos: 1/2 xíc. de chá 4 vezes ao dia

5. De 10 a 15 anos: 1 xíc. de chá 3 vezes ao dia

6. Adultos: 1 xíc. de chá 3 a 4 vezes ao dia

Outra recomendação se refere à redução proporcional das doses para crianças de acordo com a idade, assim se recomenda uma sexta, uma terça ou meia parte da dose preconizada para adultos. Para facilitar as preparações estão as unidades domésticas de volume e respectivos pesos:

è Unidade de volume com pesagens – Unidades de volume peso – g

1 colher de chá de raízes secas 04

1 colher de chá de folhas frescas 02

1 colher de chá de raízes ou cascas secas 20

1 colher de sopa de folhas secas 02

1 colher de sopa de folhas frescas 05

Plantas medicinais

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 Fonte: 

MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais
SANTOS, CID A. M. Plantas Medicinais: Herbarium, Flora et Scient
SIMPÓSIO DE PLANTAS MEDICINAIS DO BRASIL
PLANTAS MEDICINAIS/ERNANE RONIE MARTINS…
MARTINS, E. R.; SANTOS R. H. S. Plantas Medicimais : Uma Alternativa Terapêutica de Baixo Custo.

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4 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Tânia Aguiar
    maio 06, 2013 @ 10:41:33

    Puxa, que postagem excelente, obrigada!

    Responder

  2. yolanda
    maio 04, 2013 @ 19:29:13

    Quanta informação útil, o bom é que vcs colocam a foto das plantas isso é bom porque como eu, acredito que algumas pessoas não conhece determinadas plantas. Obrigada!

    Responder

    • Alessandra C. Oliveira
      maio 05, 2013 @ 10:59:58

      Que bom gostou ….
      Foi uma idéia de visitante, adorei.
      Depois disso faço sempre!!!!!
      Obrigada e volte sempre que precisar!
      🙂

      Responder

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